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Mostrando postagens com marcador Vida em Cristo - Seção Especial - Carnaval. Mostrar todas as postagens
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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Vivendo acima do mundo - Uma Reflexão Para Carnaval

de Dennis Downing
 
Contam a história de Hadley Page, pioneiro da aviação. Certa vez ele pousou numa área deserta durante uma viagem. Sem que ele percebesse, um rato entrou no avião. Durante a próxima etapa da viagem ele ouviu o terrível som do animal roendo alguma peça do seu pequeno avião. Desconfiado que era um roedor ele começou a imaginar os danos que o animal poderia causar aos mecanismos frágeis que controlam um avião. Também ele estava longe de lugares onde poderia pousar e consertar alguma peça danificada.
O que é que ele poderia fazer? Ele lembrou que um animal como o rato não sobrevive acima de certas altitudes. Aí ele puxou os controles do avião. O avião subiu e subiu até que o próprio piloto teve dificuldade em respirar. Ele escutou atentamente e finalmente respirou aliviado. O som do roedor havia cessado. Quando chegou ao destino ele achou o rato morto atrás da cabine do piloto.
Freqüentemente nós, filhos de Deus, somos atormentados pelo pecado que rói nossas vidas simplesmente porque estamos vivendo a uma altitude espiritual muito baixa. Para ver o pecado derrotado em nossas vidas temos que subir para um nível mais alto onde as coisas deste mundo não conseguem sobreviver.
A realidade é que poucos conseguem sair totalmente do mundo. José num porão Egípcio, Daniel na cova dos leões, Paulo e Silas na prisão em Filipos. Nenhum deles tinha para onde "fugir". Mas, no meio da escuridão das suas circunstâncias, todos conseguiram "subir" para a presença de Deus e lá acharam alento e força para permanecerem fieis. Se eles conseguiram, nós também conseguiremos.
Durante épocas como Carnaval, não dá para “brincar”. Temos que “subir”, quer seja para um retiro espiritual ou para encontros e estudos com irmãos. Se não tivermos outra alternativa, o mínimo que podemos fazer é desligar a televisão, evitar áreas onde há concentrações e focalizar nossas mentes na Palavra de Deus ou em livros edificantes. E vamos vigiar e orar (Mat 26:41).
Faça desde já seus planos. Se não tiver acesso a um retiro da igreja, ou algum grupo de irmãos com o qual possa se encontrar, decida qual trecho da Bíblia você vai conhecer melhor, separe um livro ou alguns filmes edificantes. Trace já o percurso por onde você vai subir lá para o alto.
Que Deus lhe ajude nos próximos dias a viver acima do mundo, bem no meio da presença do Senhor. Ele tem muita coisa boa para compartilhar com você nesses dias. E a festa no Céu que vem depois – não tem outra na terra que se compare! 

João 8:21; Rom 8:5-6; Col 3:1-2

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Brincando Carnaval

de Dennis Downing




Era quarta-feira de cinzas. Estava sentado na frente da pequena sala onde aplicava injeções na emergência do Hospital Getúlio Vargas. Corredor lotado. Macas enfileiradas dos dois lados. Só dava para uma maca ou cadeira de rodas passar pelo meio, e o que passava de bombeiros chegando e maqueiros voltando era impressionante. Emergência lotada em hospital público não é novidade. Mas, durante Carnaval parece cenário de filme de guerra. 
Meu amigo Tavares, um morador de rua, estava no hospital devido a uma “brincadeira” de outro “amigo”. O “amigão” dele achou engraçado dar algumas latas de cana para Tavares e depois jogá-lo no chão em cima de uma planta venenosa. Até hoje não descobri o nome daquela planta, mas, o que ela fez com o braço de Tavares era de espantar. Parecia queimadura de terceiro grau. Além de uma fratura no braço, ele também sofria com a pele ardendo e corria sério risco de infecção.
Lá estavamos, sentados em cadeiras de plástico, aguardando as injeções antitetânico, de um antibiótico e do analgésico que Tavares precisava para aguentar a dor. Ainda alimentamos uma pequena esperança de conseguir uma maca para ele, pois Tavares teria que passar alguns dias naquele corredor.
Enquanto aguardávamos, eu olhei as paredes da sala. Estavam todas enfeitadas com detalhes de decoração de Carnaval – serpentinas em fita de papel, buzinas, balões e chapéus de isopor, e as tradicionais máscaras de todos os tipos. Tudo com cores berrantes. Parecia uma alegria só.
Fiquei olhando para a decoração festeira e para os homens, mulheres e crianças imprensados nas cadeiras e enfileirados nas macas no corredor. Quanta festa! Quanta alegria! Quanta dor! Quanta tragédia!
É claro que nem todas as dezenas de pessoas sendo atendidas na emergência estavam lá em decorrência do Carnaval. Mas, nos dias que sucederam, conversando com um e outro, descobri que vários estavam lá, sim, justamente como consequência dos acidentes, das bebedeiras, das brigas e agressões, enfim, das “brincadeiras” da grande festa do rei Momo.
Sabia que o “rei Momo”, personagem da mitologia grega, era filho do sono e da noite, e, de acordo com a lenda, foi expulso do Olimpo por ridicularizar os outros deuses? Imagine como o verdadeiro Deus se sente nos dias do nosso Carnaval.
Sabia que a palavra Carnaval vem do latim “carne levare” que significa “abstenção de carne”? A expressão originalmente se referia à tradição da igreja Católica instituida no século XI da Quaresma, um período de 40 dias de privações que se iniciava na Quarta-feira de Cinzas e terminava na Páscoa. Uma idéia interessante, certamente com boas intenções. Entretanto, a chegada do período de privações acabou incentivando a entrega aos prazeres da carne no período que antecedia esses dias de abstenção. Logo começou a nascer o espírito do nosso “Carnaval”.
Enquanto olhei os enfeites bonitos e alegres nas paredes da emergência, não podia deixar de ser comovido pelo contraste com os corpos agredidos, abusados e quebrados ao meu redor. Não havia lugar para se sentar. Um homem tentava dormir numa cadeira. Mãe e filha encolhidas em outra. Só dava para imaginar o que havia sucedido. Um senhor de idade vagava de sala em sala buscando uma pessoa para autorizar um raio-x.
Conversei com os parentes de um jovem que sofreu um derrame. Veio de outro estado brincar Carnaval aqui. E acabou em trajédia, paralisado em cima de uma maca. O irmão, perplexo, só olhava para o espaço. Ele aceitou, grato, uma folha com um salmo. Não tenho a coragem em lugares assim de “pregar”. Alguns tem. Eu não tenho. Só consigo fazer uma pergunta ou outra para compreender um pouco melhor o que estão passando. Escuto. Oro. Compartilho um salmo. É o que precisam.
Fiquei olhando as máscaras na parede. O que talvez para alguns era um adereço alegre para mim parecia algo sinistro. Comecei a pensar, por que máscaras? Para que encobrir? Ocultar o que? O que se tem a ganhar com isso? Quem tem a ganhar com isso? Aí, me lembrei de quem encobre, esconde e finalmente engana. É o pai de tudo isso. É a arte, a profissão dele.
Carnaval. É uma alegria só. Não é verdade? É o grande momento dos adultos “brincarem”. Sim, claro.
Só não entendo por que os bancos de sangue tem que fazer tantos apelos nas semanas que antecedem Carnaval. Não faz sentido para mim por que o estado tem que mobilizar tanto policial nesses dias tão alegres. É um mistério por que as emergências ficam lotadas e o movimento no IML se torna tão intenso num momento tão festeiro. Nunca entendi porque aquela minha amiga que é obstetra diz que daqui a nove meses vai nascer tanto bebê nas maternidades públicas, e estranhamente de tantas mães solteiras. Estranho. Não dá para entender. Deve ser coincidência.
Carnaval é uma alegria só, não é? Vai se juntar? Vai se divertir? Vai brincar?
A escolha é sua. Mas, se for, não esqueça sua máscara.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Vida em Cristo: Buscando Jesus Durante Carnaval‏















de Dennis Downing 

A história “Os Três Eduardos” de Thomas Costain, descreve a vida de
Reinaldo III, um duque do décimo quarto século, que viveu no que hoje
é a Bélgica. 

Totalmente acima do peso, Reinaldo foi comumente chamado por seu
apelido latino, Crassus, que quer dizer "gordo".

Depois de uma disputa violenta, o irmão mais novo de Reinaldo,
Eduardo, conduziu uma revolta bem sucedida contra ele. Eduardo
capturou Reinaldo, mas não o matou. Ao invés disso, ele o colocou num
quarto no castelo de Neuwkerk e prometeu que ele poderia recuperar o
título e a propriedade dele assim que ele pudesse deixar o quarto.

Isto não teria sido difícil para a maioria das pessoas porque o
quarto tinha várias janelas e uma porta de tamanho próximo ao normal,
e nenhuma delas estava trancada. O problema era o tamanho de
Reinaldo. Para recuperar a liberdade dele, ele precisava perder peso.
Mas Eduardo conhecia o irmão mais velho, e cada dia ele enviava uma
variedade de comidas deliciosas. Ao invés de fazer regime para sair
da prisão, Reinaldo engordou mais. 

Quando acusaram o Duque Eduardo de crueldade, ele tinha uma resposta
pronta: "Meu irmão não é um prisioneiro. Ele pode sair quando ele bem
quiser."

Reinaldo ficou naquele quarto durante dez anos e só foi libertado
depois que Eduardo morreu numa batalha. Porém, a esta altura a saúde
dele já estava tão arruinada que ele morreu dentro de um ano –
prisioneiro do seu próprio apetite.

Podemos ver nesta época de Carnaval como o apetite pelo pecado cresce
e começa a controlar a vida das pessoas. Alguns parecem totalmente
fora de si. De fato, estão sendo controlados e usados por forças que
nem imaginam. É o resultado do pecado e seu apetite insaciável. É
necessário o Cristão estar atento para a força do pecado e dos
apetites carnais, para não “brincar” e acabar caindo na mesma cilada. 

Se você faz parte de uma igreja que tenha retiro espiritual neste
período, faça o possível para participar. Se não puder participar no
feriado todo, procure pelo menos os dias em que pode. Se não tiver
acesso a um retiro, separe um bom livro, ou uma sequencia de leituras
bíblicas. Organize encontros com outros irmãos buscando edificação
neste período. Desligue a televisão, ou se ligar, que seja só para
assistir filmes que edificam. Há dentro de cada um o apetite pelo
pecado. Cabe a nós decidirmos se vamos alimentá-lo ou não. 

Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: “Estou sendo tentado
por Deus”. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém
tenta. Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por
este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à
luz o pecado, e o pecado, após ter se consumado, gera a morte. Tiago
1:13-15. 

Neste Carnaval, vamos buscar Jesus, que nos dará as coisas da
verdadeira vida abundante e feliz, a libertação do pecado, e um dia a
vitória sobre a própria morte. 

A história dos irmãos Reinaldo e Eduardo veio de “Illustrations for
Preaching and Teaching from Leadership Journal” de Craig Brian
Larson, editor, Grand Rapids: Baker Book House, 1993.
 

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