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Mostrando postagens com marcador Vida em Cristo - Seção Especial - A Copa do Mundo e a Coroa da Vida. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Vida em Cristo - A Vida Vista da Cabine de Imprensa

de Max Lucado

Acho que eu compreenderia, se alguém me explicasse porque nosso treinador de futebol da escola sempre desaparecia no meio do jogo.

Lembro-me que durante meu primeiro jogo na equipe do último ano do colégio olhei do banco de reservas (onde passava a maior parte do tempo) e notei que ele não estava. (Tudo parecia mais silencioso). Eu não conseguia imaginar o que poderia ter acontecido. Fiquei com medo que a outra equipe o tivesse seqüestrado, ou ele talvez tivesse ficado doente por mascar fumo. Perguntei então a um outro jogador mais velho (eles sabem tudo):

"Onde está o treinador?", pensando ter sido o único a notar a sua ausência, o que me fazia sentir-me importante.

"Na sala de imprensa", respondeu.

"Tomando café?", perguntei. "Não; ele está obtendo uma perspectiva."

Isso faz realmente sentido, não é? Não há meios de um treinador seguir bem o jogo se ficar nas laterais. Todo mundo gritando palpites. Os pais se queixando. Os jogadores berrando. Os líderes de torcida torcendo.

Algumas vezes você tem de sair do jogo para poder vê-lo.

Nós mesmos também temos de tentar isso ocasionalmente. É vital mantermos um dedo no pulso de nossa vida. Como esses períodos de autocríticas e avaliação são essenciais! Todavia, é difícil fazer uma estimativa quando estamos envolvidos no jogo. As horas correndo, telefones tocando, crianças chorando.

Tenho então uma sugestão a fazer. Vá para a cabine da imprensa de vez em quando. Tome tempo (pelo menos metade de um dia) e se afaste de tudo e de todos.

Leve a Bíblia e um caderno para tomar notas e tenha uma perspectiva de sua vida da "cabine de imprensa". Você está sintonizado com Deus como deveria estar? Como está seu relacionamento com seu cônjuge e filhos? Quais são os seus alvos na vida? Talvez algumas decisões tenham de ser tomadas. Passe muito tempo em oração. Medite sobre a palavra de Deus. Fique em silêncio. Jejue.

Não estou falando de um dia "afastado de tudo" em que você faz compras, joga tênis e relaxa tomando sol. (Embora essas coisas sejam também necessárias).

Estou sugerindo um dia intenso de pesquisa de alma, passado em reverência diante de Deus e em absoluta sinceridade consigo mesmo. Escreva a história de sua vida. Releia a história de Deus. Entregue de novo seu coração ao seu Criador.

Quero mencionar finalmente que um dia como esse não acontece sozinho. Ele precisa ser planejado. Você nunca vai acordar e ter um dia livre nas mãos "de repente". Você terá de estudar sua agenda de compromissos, espremer daqui e dali um período de tempo e apropriar-se dele. Seja firme. Você precisa disso. Sua família tem necessidade de que o faça.

Pense nisso: ter uma "perspectiva da cabine de imprensa" pode mudar completamente o jogo.

sábado, 3 de julho de 2010

Vida em Cristo - Zidane - 'Prefiro morrer a pedir desculpas'

De acordo com um artigo recente, o famoso jogador francês Zinedine Zidane ainda guarda mágoa do italiano Marco Materazzi, a quem derrubou com uma cabeçada no final da Copa do Mundo de 2006. O choque pessoal se deu no final da Copa na Alemanha, onde a França e a Itália estavam empatadas em 1 a 1. Após ser expulso do jogo, Zidane assisitu à derrota do seu time nos pênaltis finais. Imagine como ele se sentiu naquela hora.

Zidane admitiu ao jornal espanhol “El Pais” que errou ao reagir ao que disse ser xingamentos do jogador italiano à sua mãe, que se encontrava hospitalizada. Até hoje Zidane se recusa a pedir desculpas a Materazzi.

Zidane disse que, após o jogo, entrou no vestiário e disse aos companheiros ‘"Perdoem-me. Isso não muda nada. Mas perdão a todos". Mas a ele (Materazzi) não posso. Nunca, nunca... Seria desonrar-me. Prefiro morrer’, ele declarou à reportagem do jornal espanhol.

Há pelo menos duas grandes lições aqui. Você prefere morrer a pedir desculpas ou perdoar? Tem alguém que lhe fez sofrer injustiça, lhe agrediu ou lhe ofendeu? O que seria necessário para você perdoar aquela pessoa? Como Zidane, você preferia morrer do que pedir desculpas ou perdoar? Será que você não está morrendo, lentamente, por causa daquela mágoa? Será que o mal daquela pessoa vai lhe atingir duas vezes, lhe atormentando nesta vida, e eternamente no porvir? Jesus disse “Se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas.” (Mateus 6:15 NVI) (Textos relevantes: Mateus 6:15; 18:23-35; Macos 11:25)

Especula-se até hoje se o final daquela competição mundial, assistido por um público estimado em mais de 700 milhões de pessoas, não teria sido diferente, não fosse um homem dando lugar à sua ira. Imagine quanta diferença você pode fazer, se na próxima vez em que alguém lhe provocar, você resolver se controlar, não reagir e até procurar o bem que lhe espera naquela situação. Não é fácil, mas, nós temos um exemplo para seguir: “Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos. “Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca.” Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça.” (Textos relevantes: 1 Pedro 2:21-23). Veja também Prov 25:28; 27:4; Hebreus 12:1.)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Vida em Cristo - O Motorista Herói da Copa do Mundo de 1994

de Dennis Downing

Na Copa do Mundo de 1994, o goleiro Taffarel ajudou a levar o time Brasileiro à sua quarta vitória em Copas do Mundo - e por esquecimento quase perdeu a medalha da vitória. Numa curta viagem entre hotéis no dia seguinte ao jogo final, Taffarel deixou uma pochette com os passaportes dele e de sua família, $60,000 dólares e sua medalha da Copa num taxi.

O motorista do taxi, Juan Blanco, da cidade de Santa Ana, louco por futebol, havia torcido pelo Brazil no jogo final. Impedido de assistir ao jogo ao vivo, porque não podia pagar o ingresso de $180-$475, Juan teve que se contentar em ver o jogo pela televisão. Juan disse depois que, no curto trajeto entre hotéis naquele dia, achou algo familiar no passageiro, mas, só quando chegou ao destino e Taffarel pediu para ir à entrada de trás para evitar os fãs, é que percebeu que se tratava do próprio goleiro do time vitorioso. Não querendo incomodar o astro, Juan o deixou na entrada, recebeu a modesta quantia da corrida, e voltou para casa para tomar seu café da manhã e descansar. Só depois, quando voltou ao carro é que ele descobriu uma pochette no banco do passageiro. Quando abriu, Juan encontrou os passaportes da família Taffarel, os $60,000 dólares e a medalha da Copa.

Juan confessou que foi tentado a voltar para o México com o dinheiro. Ele pensou no quanto aquele dinheiro poderia ajudar a sua família. Mas, ele sabia que a coisa certa era devolver tudo ao verdadeiro dono. Com seu irmão junto, Juan voltou para o hotel. No caminho, ele ouviu no rádio que a polícia estava à procura do motorista que havia levado Taffarel. Quando ele chegou no hotel, no entanto, ele fez questão de entregar os pertences pessoalmente. Taffarel também queria conhecer o motorista honesto. Segundo Juan, Taffarel agradeceu com um forte abraço e disse que não havia muita gente que faria o que ele fez. Em compensação, Juan recebeu um moletom do time do Brazil assinado pelo goleiro e $1,000 dólares.

Nem sempre a coisa certa traz o retorno que a gente queria. Às vezes custa, e caro. Mas, se é a coisa certa para fazer, então temos que fazê-la. Há muita coisa boa em futebol e esportes. Há inúmeras oportunidades para atletas e torcedores servirem a Deus e darem glórias a Ele. Tomara que mais atletas fizessem isso. Não sabemos se, para Deus, a vitória do Brasil na Copa de 1994 valia muita coisa. Mas, acredito que aquele motorista de táxi voltou para sua casa, um herói para Taffarel, e um vencedor aos olhos do Rei.
 

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